Quando lembramos do tapete, e analisamos qual é sua real importância, fico em dúvidas de ver vários pontos, que estão em pesquisas feitas, e não resolvidas no Rito Schröder.
Tenho muitas dúvidas, por todo que tenho pesquisado, se repetem muito as informações dos trabalhos, que estão à disposição. Sempre procurei mais detalhes, ainda não estou muito conformado.
Caso analisarmos desde os primeiros tapetes, encontraremos muitas diferenças, se trata de um rito, todos deveriam ser iguais? Creio que sim.!
No Chile tem, um totalmente diferente ao que usamos no Brasil e outros já vistos da Alemanha. Também o que me fez pensar bastante, que houve uma aprovação do tapete em 1960 e poucos IIr., decidiram, não foi numa assembleia-geral do rito, até deveria ter sido universal para ficar o mesmo para todos.
Os
que decidiram em 1960, não deixaram muito clara as respostas dos desenhos,
cada um fala o que determina sua percepção, até poderia ser assim, bom para
pensar, só que não está resolvida a questão simbólica e filosófica, muito sem
convencimento, acredito que a importância, não e tanta, por estes motivos.
Lembremos: Schröder falou:
"O tapete não tem importância ritualística", tanto é que estava aberto ao norte antes de entrar no
templo e fechado após todos saírem.
Vejam,
meu trabalho do Seminário Nacional em 2016 em Porto Alegre–RS., uma apresentação
ampla, a qual já fiz muitas reformas, o que nunca vai acabar...
dlsotolepe
ddllsotolepe@gmail.com

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